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Ricardo Ribeiro

Motos x Carros Conflito

21/11/12
Motos x Carros: Um conflito eterno (?)

(publicado em 21/11/12)(clique nos gráficos/ilustrações/figuras para ampliá-las!)
 
 
Motos x Carros: Um conflito eterno (?)
 
 

VOCÊ já teve (mesmo sem querer) o espelho retrovisor danificado por um motociclista (?)

VOCÊ já “fechou” no trânsito (mesmo sem querer) um motociclista (?)

É, estamos diante de duas questões em  que, certamente, as respostas serão positivas para a  maioria dos motoristas e motociclistas.

Segundo dados do DENATRAN, a frota de motos cresceu (1,96 pontos %) nos últimos 4 anos, enquanto que a frota de carros teve uma queda (2,64 pontos %), quando comparadas com a frota nacional de veículos. (veja os gráficos)
 

 

O crescimento da frota de motos está relacionado a diversos fatores, sendo o principal deles o econômico.

Muitos brasileiros estão substituindo o carro pela moto. Enquanto um carro pequeno pode rodar até 11 Km/Litro na cidade, uma moto pode rodar até 35 Km/Litro. Adicionalmente, enquanto o IPVA-2012 de um carro (FIAT Uno Economy) é de R$ 846,00 a moto é de (CG-125 Fan) R$ 109,38 (valores do Estado de MG), não esquecendo os custos de manutenção. Estes são dados importantes para a migração do tipo de veículo escolhido.

Além disso, também por razões econômicas, a moto está se tornando o primeiro veículo de muitos brasileiros.

O que muitos cidadãos não estão avaliando, é a vulnerabilidade das motos no trânsito. A moto não possui nenhuma segurança, mesmo circulando em velocidades permitidas e respeitando a sinalização, no caso de alguma colisão,  choque com outros veículos, ou equipamentos urbanos (postes, placas, guias, tampas de bueiro, sinalizadores, etc.), o condutor está, TOTALMENTE, desprotegido. Não há segurança alguma! (veja o infográfico abaixo)

 
O resultado é trágico. De acordo com a Seguradora Líder, em 2011 foram pagas 17.812 indenizações por Morte de motociclistas. Em 2012 (até agosto) já foram 26.894. Vale lembrar que o segurado tem um prazo de até 3 anos para requerer sua indenização, isso significa que esses números podem ser muito maiores.
 
 
Outro estudo revela os fatores de percepção do risco pelo motociclista. (veja o gráfico abaixo)
 

 
 Observe, que segundo estudo, a “Pressão do Clientes/Chefes” não tem “nenhuma” influência sobre o risco de acidentes. Porém, quem circula nos grandes centros urbanos percebe justamente o contrário, ou seja, os motociclistas se deslocam em alta velocidade, pois mais entregas significa maior salário.

Ainda segundo o estudo, o “Conflito com os Autos” (automóveis, caminhões, ônibus) aparece como um fator de influência “Muito Grande” na percepção dos motociclistas quanto ao risco de acidentes.

É preciso acabar com essa “disputa territorial” no trânsito.

O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) já fala sobre as Normas Gerais de Circulação e Conduta:

Art. 28. O condutor deverá, a todo o momento, ter domínio de ser veículo, dirigindo com atenção e cuidados indispensáveis à segurança do trânsito.

Art. 34. O condutor que queira executar uma manobra deverá certificar-se de que pode executá-la sem perigo para os demais usuários da via que o seguem, precedem ou vão cruzar com ele, considerando sua posição, sua direção e sua velocidade.

Art. 54. Os condutores de motocicletas, motonetas e ciclomotores só poderão circular nas vias:

I - utilizando capacete de segurança, com viseira ou óculos protetores;

II - segurando o guidom com as duas mãos;

III - usando vestuário de proteção, de acordo com as especificações do CONTRAN.

 
Mas, todos sabem que uma Lei não consegue disciplinar uma atitude comportamental.
 

 
Comportamento é algo que está associado à formação do indivíduo. VOCÊ é o exemplo para seus filhos, familiares e amigos.
 
Agora é Com Você! (Motorista ou Motociclista)

 

Abraços!

 

Engº Ricardo Ribeiro.

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